Análise: Fist of the North Star — Lost Paradise

Só para constar, eu comentei bastante sobre o jogo aí, nem me preocupei com a parada dos spoilers. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Eu, de verdade, sou entusiasta de jogo de anime. Digo, existe um modelo meio que solidificado, de pegar algum gênero específico e simplesmente encaixar uma espécie de skin, capa, maquiagem em cima desse estilo existente, embora ainda que ultrassimplificado, uma vez que o atrativo não é a jogabilidade, mas o apelo visual e temático de jogarmos com nossos personagens favoritos — é a licença que vende. É por isso que a maioria desses games baseados em DESENHOS CHINESES™ são experiências até que divertidas, só que discutivelmente pobres em termos de gameplay.

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Análise: Mad Max


Eu ia tentar abrir o jogo para eu mesmo tirar as screens dele, mas fiquei com preguiça e acabei pegando as imagens do Google. Interessante que eu achei pouquíssimas imagens de gameplay mesmo, então provavelmente a preguiça não foi só minha. Não julgo. 

Eu demorei literalmente um ano para terminar esse jogo. Isso não aconteceu por ele ser extenso no modo principal, muito menos por eu me preocupar em fazer 100% ou sequer as missões paralelas. É porque ele é simplesmente tedioso. Eu jogava uma, duas, três horas, depois ficava dias ou até mesmo meses sem iniciá-lo para dar prosseguimento. Ele é desnecessariamente cansativo. E eu digo cansativo não por ser intenso, mas por conta da monotonia que abate o jogador.

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