Análise: Vingadores — Ultimato


O artigo a seguir só tem imagens feias porque não existem prints bons ainda. Aliás, foda-se você com esse choro escroto contra spoilers. De verdade. 

A base da Dialética Erística de Schopenhauer estabelece que uma refutação pode se dar de duas formas. Uma é a indireta, sobre a conclusão, quando há um desvio pela incoerência dos argumentos brutos, abrindo margem para questionamentos. A outra é diretamente sobre a tese: quando a premissa é errada, não importa o malabarismo argumentativo para se chegar à conclusão, ela inevitavelmente também será errada. Vingadores: Ultimato é exatamente esse segundo caso. Continuar lendo “Análise: Vingadores — Ultimato”

PonyAwards 2018

Olha só! Após um togashístico hiato que durou quatro anos, estamos de volta com a menos prestigiada e mais atrasada pseudo-premiação otaquística da internet! Chegou aquele momento em que o Horny Pony começa a soltar o verbo sobre o que foi de melhor (ou nem tanto) na animação japonesa no ano que se passou.

Nesta edição, a comissão do Pônei é composta por integrantes totalmente novos! Apresento-lhes a Karol Facaia, que é colaboradora de longa data do Portal Genkidama, do finado Gyabbo e de outros >>importantes<< veículos de comunicação da esfera dos otacos sujos e nojentos. Também trouxemos o Caio Catarino, apresentador do Anime Station da Rádio Geek. Dessa forma, convido os três leitores desse meu blog a prestigiarem o trabalho de ambos em suas respectivas plataformas!

Sem mais delongas, as regras continuam: animações japonesas que foram exibidas durante as 4 temporadas de 2018. Podem ser contabilizadas animações que começaram em 2017 e terminaram em 2017, bem como animes que tiveram uma nova temporada apenas neste ano, depois de uma pausa. Continuar lendo “PonyAwards 2018”

Os Live Action ocidentais e a desvalorização da animação

Ou: Como os Live Action são conceitualmente errados e os reclamões a respeito deles conseguem estar mais errados ainda.

Um bom naco desse texto eu já tinha concebido anteriormente em outra versão, quando o longínquo e flopado Live Action da parte 4 de JoJo foi anunciado nos idos de 2016. Na época eu não levei muito a sério, mas depois eu vi que era para valer, com elenco e diretor confirmados. Naquele momento eu já torci o nariz. Não é por JoJo ou por ser a parte quatro, que eu considero uma merda, mas pelo conceito de Live Action em si. Continuar lendo “Os Live Action ocidentais e a desvalorização da animação”

Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku

Título alternativo: Crunchyroll Vs. Fansubs — acabou a mamata!

Eu vou falar sobre esse assunto porque texto dando opinião infundada é mais fácil de fazer do que minhas análises longas de várias páginas que exigem estudo prévio durante sua confecção, mas que ninguém lê. Enfim, eu parto primeiramente da seguinte lógica: pau no cu da Crunchyroll, mas um pau ainda maior dos supostos fansubs que alegam ter sido virtualmente derrubados pelo serviço. Continuar lendo “Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku”

Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!

Sim, esse é, de fato, um post sem fundamento algum onde eu só falo merda  com uma pseudo-lista cheia de achismos ditos como se eu realmente manjasse para caralho do mercado editorial de mangá só para ver se atrai a atenção de algum leitor eventual desavisado — do mesmo jeito que já fiz outras vezes como quando falava de JoJo no Brasil. E sim, você provavelmente já deve ter visto essa mesma pauta em outros sites mais sérios sobre o assunto (e provavelmente com os mesmos mangás), mas que se foda. Continuar lendo “Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!”

Análise — Dragon Ball Super: Broly

Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

Eu não ia comentar nada porque eu tenho uma análise pendente da série regular a ser terminada aqui para o brógue, mas vamos lá do mesmo jeito. A questão, de um modo geral, é que eu acho a série Dragon Ball Super corrente, bem como seu mangá, uma perda de tempo em 70% de sua integridade e, por isso, nem botava muita fé nesse filme. Continuar lendo “Análise — Dragon Ball Super: Broly”

Dracula Did Nothing Wrong!

É, eu vi o Castlevania da Netflix. De um modo geral, tem uns problemas na progressão narrativa, mas gostei. Tem também o fato de que, dos games da série, joguei mais títulos ruins do que bons. O que eu gosto mais é da atmosfera gótica do que do gameplay em si — a história dos games também não são lá grande coisa, ouso acrescentar. É por isso que eu achei que esse seriado funcionou — visto que só pegou o lore e utilizou uns enredos já existentes apenas vagamente para ter um norte para onde seguir. Continuar lendo “Dracula Did Nothing Wrong!”

Análise: Death Parade

Sabe, o meu ato de ver anime depende de certas fases minhas. Eu tinha perdido o hábito de acompanhar toda semana logo quando o episódio saía, retomei apenas recentemente. Durante esse período, eu tinha uma espécie de picos de atividade otaco, em que eu baixava uma série inteira de uma vez e a assistia em bloco fechado. Foi assim que eu coloquei Dragon Ball Super e Pokémon Sun & Moon em dia. Há outros momentos em que eu simplesmente não assisto anime por falta de paciência. Pois bem, lá em 2015, eu tinha passado por um pico de atividade otaco e cheguei a baixar Death Parade completo, mas essa fase logo passou e os arquivos ficaram armazenados no meu HD externo até agora, quando finalmente decidi assistir. Continuar lendo “Análise: Death Parade”

Creisso Narra: Lingerie Senshi Papillon Rose (NSFW)

Bom, eu sempre quis fazer um post assim. Talvez no futuro eu faça mais e consiga transformar em uma coluna recorrente, mas vamos seguir nesse como um protótipo. Se me agradar, faço mais com o que julgar que vale a pena. Aliás, deixando claro também que não é uma análise. Quase me esquecendo: é um texto NSFW — finalmente o nome “Horny Pony” faz sentido. Continuar lendo “Creisso Narra: Lingerie Senshi Papillon Rose (NSFW)”

Análise: Os Vingadores — Guerra Infinita

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Eu só ia escrever apenas um parágrafo a respeito de Guerra Infinita, mas existe tanta coisa a respeito dele que permeia a minha mente ao ponto de ser um filme tão fora da curva — mesmo não sendo — em relação a outros da Marvel, que acabei tomando um espaço um pouco maior. Ainda, acredito que esse review vai ser um pouco mais curto do que o costume porque não estou com saco de fazer aquele resuminho padrão das minhas análises, recontando a história sob a minha ótica, além do fato de inicialmente ter planejado passar 2018 todo sem falar de cinema aqui no brógui. Continuar lendo “Análise: Os Vingadores — Guerra Infinita”