Análise: The Legend of Zelda – Twilight Princess HD

Tenho uma relação muito gozada com esse jogo. Lá pros idos de 2006-2007, eu era fascinado por ele. Lembro também que, por estar acostumado com gráficos de Nintendo 64 (não tive console de mesa na geração do Gamecube), eu e meu irmão ficamos abismados uma vez, em um shopping que tinha uma loja que passava em looping o vídeo de abertura. “Caramba, esse jogo é bonito, né?”, meu irmão comentou para mim na época e, recentemente, enquanto eu jogava a versão HD, ele repetiu, na base da piada. Continuar lendo “Análise: The Legend of Zelda – Twilight Princess HD”

Um review por parágrafo: Nintendo Wii

Esse post eu tive ideia depois de ver o vídeo do JoJo Rama mostrando a coleção dele. Aí pensei em algo parecido, só que no estilo Horny Pony: em texto e com 400% mais acidez.

Enfim, eu sempre comentei que eu extraí até a nata do meu Wii. Eu cheguei a jogar todo o tipo de merda no console. Isso era fácil porque eu tinha acabado de aprender a baixar os joguinhos e tinha acabado também de dar um upgrade na minha internet (naquela época uma internet de cinco mega era um negócio FODIDO). Atribua essas habilidades a um estudante de ensino médio que tinha absolutamente todas as tardes livres e vai dar um nerdão que ficava as tardes inteiras jogando.

A ideia do post é a seguinte: Vou pegar título por título que cheguei a jogar e fazer uma resenha rápida de um parágrafo por jogo. É claro que alguns deles eu já fiz uma análise mais completa, aí eu vou botar o link como referência. Para quem tiver interesse, eu consegui montar essa lista usando o Alvanista. É uma dessas redes sociais de gaems que acabei descobrindo e acabei achando bem interessante. E não, eu não tô recebendo pelo merchã, estou compartilhando por ter achado legal mesmo.

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Análise: Batman Arkham Asylum

Todas as artworks do jogo são fantásticas. Revê-las mostra o quanto o estilo fez falta nos jogos seguintes.

Comprei o meu Xbox 360 por causa do Batman: Arkham Asylum – junto de Blue Dragon e Street Fighter IV -, mas, curiosamente, só fui jogá-lo pela primeira vez pouco antes do lançamento do Arkham City. Recentemente, como comecei a assistir Gotham (inacreditavelmente boa depois da metade da primeira temporada), acabei ficando com vontade de me meter nos Bátimaverses da vida mais uma vez e peguei o Arkham Asylum que tinha para PC aqui na minha conta Steam.

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Análise: Mario Strikers Charged

Eu normalmente começaria o texto com um “eu sempre gostei de futebol”, mas seria uma mentira. Já tive meu período de negação no esporte. Quando eu era moleque, com uns 9, 10 anos, não gostava muito. Primeiro porque, nessa idade, o futebol se resumia a ser fominha, já que a molecada odeia passar a bola. Segundo porque, como eu nunca tinha feito escolinha ou coisa parecida, era uma negação com os pés. Sou até hoje, aliás. Aí, mesmo quando eu tentava aprender a jogar, o primeiro ponto apresentado não me permitia, já que a molecada não tem noção de coletividade no jogo. Continuar lendo “Análise: Mario Strikers Charged”

Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd


Na imagem, “Eduardo Cunha utiliza jutsu secreto para romper com o governo

Uma observação que fiz há alguns anos e ela cada vez mais se comprova é a de que o nerdy-gueimer-otaco é naturalmente reacionário para caralho. Eu simplesmente não sei como diabos essa relação se dá, mas ela se dá. Uns 70% da minha lista de amigos do Facebook que se enquadre na categoria Otaco ou gueimer é reacionário. De uma forma que chega a ser escrota. Sempre fiz essa observação. O estopim para começar a escrever estes pensamentos que vão se desenrolar foi a notícia de que o governo ESTADUAL de São Paulo vai começar a taxar mídia digital (numa treta tributária com o município), no caso, num exemplo bem mais direto, os joguinhos do Steam. Continuar lendo “Direita-desu: O analfabetismo político da classe nerd”

Videogames têm um problema de diversidade que vão além das questões étnicas ou de gênero

Antes de tudo, queria deixar claro que eu NÃO escrevi esse texto. Ele foi publicado no The Guardian em inglês (Video games have a diversity problem that runs deeper than race or gender) e escrito por um autor anônimo, gostei muito e decidi fazer uma tradução rápida e meio bruta do texto para postá-lo aqui. De um modo geral, achei um texto foda – embora não concorde com alguns pontos como o fato de Gone Homo ser jogo. Digo, não sigo a definição “não é jogo porque não é tiro e morte”, só não acho que aquele filme seja e já deixei isso claro algumas vezes ao longo dos meus textos.  Enfim, aí vai.

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Análise: Splatoon!

Apesar de parecer um cara meio revoltado e pá, eu sou uma pessoa bem tranquila jogando. Nunca dei bola pra competitivo, nunca fui de jogar online, de me preocupar com cagada dos coleguinhas do time e tal. Aliás, eu desmerecia tanto essa prática que eu era desses que jogava DotA e fazia as cagadas de propósito só para ver o rage do outro lado. Continuar lendo “Análise: Splatoon!”

E3 2015: O ano em que ninguém ganhou

Na moral, essa foi uma das piores E3 que tive a oportunidade de acompanhar. Não teve uma só conferência que se salvasse. De um modo geral, a indústria está com câncer e ela vai morrer em breve por culpa de um ciclo vicioso onde as empresas acostumaram os jogadores com merda e pouca coisa, os jogadores passam a exigir merda e pouca coisa e as empresas veem-se presas a ter que produzir merda e pouca coisa. É o quinto ano que acompanho e vai ser o terceiro texto que faço a respeito. O primeiro foi aqui no Blog e o segundo foi ano passado, publicado no Pausa para um Café, para onde eu escrevia. Continuar lendo “E3 2015: O ano em que ninguém ganhou”

PonyExpress – JoJoRama no Youtube!

Venho trazer aqui o primeiro vídeo de um canal aberto por um amigo meu que é muito bro. Geralmente não faço essas coisas, mas convenhamos, o cara merece. Conseguiu fazer um vídeo sobre videogame não se tornar um porre completo de assistir, com uma edição bacaninha e bem dinâmica. Se esses programas de videogame da TV por aí fossem assim, se essas narrações pentelhas de e-games fossem todas assim, se ao menos houvesse algo do tipo, nessa pegada, no jornalismo de games mainstream, certamente a imprensa de games seria muito melhor.

Boa sorte, JoJo Rama! Horny Pony está aí sempre à disposição pra qualquer diálogo e ideias que tiver!

Só fiquei um pouco bolado porque eu tinha um desenho meu, de mim mesmi, na mesma posição do Gyro (e do JoJo Rama) pra trocar lá na lateral do Blog. Paciência, não troco agora pra não parecer que fiz igual, mas dane-se. Tá tranquilo assim.