Jornalismo 10/10, It’s Okay


Quem já me acompanha ou me conhece de perto sabe que eu sustento uma relação de amor e ódio com a imprensa de games. Não é de hoje que eu critico o trabalho realizado pelos chamados “game journalists”, sejam eles em âmbito nacional (como as revistas da Editora Europa, a Nintendo World, o Omelete e o Uol Jogos) ou gringo (as gigantescas IGN, Gamespot e outras).

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Amigos Animes

Fugirei um pouco da crítica nesta postagem e mostrarei hoje uma de minhas aventuras num texto literário. Essa crônica ficou no arquivo por quase um ano. Foi desenterrada por conta da época do ano em que estamos e para movimentar o blog, de fato. Veremos como será a repercussão. Sem imagem de abertura dessa vez. Preguiça. E não está revisado. Preguiça [2].

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[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2013

Como todos os anos anteriores, o post seguinte ao Ponyawards é sempre composto por comentários meus, o organizador da bagaça. A primeira coisa que irei colocar aqui é um singelo pedido de quem revisou os textos: USEM A PORRA PONTO FINAL DE MANEIRA CORRETA. Sério, Os três colaboradores (a quem agradeço muito também) tiveram problemas com pontuação, seja a utilização de vírgula onde ela não existe, seja a utilização de vírgula onde deveria estar um ponto ou seja ainda a utilização do ponto onde ele não deveria existir. Só que eu não os culpo. É culpa da internet que disseminou o hábito de se escrever como se fala.

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Conheça os 10 Mandamentos do Dai-Otaku King

Se você acha que é o super-otaku comedor de cocotas, é porque não conhece o Dai-Otaku King, que equivale ao “Grande Rei do Otaku” (português não é uma língua que agrega algo ao status otaku). Com grande exclusividade para a coluna de artigos do Horny Pony, ele revelou os 10 mandamentos do Otaku nos eventos de desenho japonês, tipo o Anime Friends e o vindouro Ressaca Friends, agora no fim do ano: Continuar lendo “Conheça os 10 Mandamentos do Dai-Otaku King”

Playstation 4: I seriously hope you guys don’t do this

Sinceramente. Não sei como aguentei ficar acordado por duas horas durante a palestra da Sony. Aquilo foi simplesmente horroroso. E o pior. Sony nunca deixou tão claro que está em maus lençóis, seja só nos videogames, seja de um modo geral. Para começar a soltar o verbo, quatro pontos precisam ser usados como peça chave de argumento: Contexto econômico, Público-Alvo, Publicidade e Custo de Produção. Continuar lendo “Playstation 4: I seriously hope you guys don’t do this”

[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2012

 

Assim como ano passado, vou fazer um post só com comentários que me passaram pela cabeça antes, durante e depois da confecção dos PonyAwards. O primeiro ponto que quero colocar é que pelo amor de deus, como foi complicado conseguir pessoal pra fazer esse ano. O Mizuiro não pôde porque andou meio ocupado durante o ano passado e não chegou a assistir tanto anime. As opções seguintes passaram a ficar com o ânus adocicado pra fazer qualquer coisa. E eu já ando meio puto também porque ninguém tinha senso de compromisso and shit. (Só pra constar, açúcar no rabo desse jeito traz formiga). Continuar lendo “[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2012”

PonyExpress – 1 ano de Horny Pony

Foi há uma semana quase e eu perdi a data =P. Nem imaginava que eu ia aguentar um ano sem desistir. Um ano atrás também eram publicadas as últimas edições da Nostalzine Club. Bão, parabéns para o Pônei Tesudo. Que aguentemos mais anos e anos e que fiquemos famosos, com um público frequentador que não seja o de sempre. Ainda assim, meus agradecimentos a essas pessoas.

[DIRECTOR’S CUT] Ponyawards 2011

Ponyawards2

Pra começar o ano, vou fazer esse post ligado um pouco ao ano anterior, como se fosse uma ressaca. Apenas mostrarei alguns pensamentos que passaram pela minha mente enquanto ia montando o PonyAwards desse ano. Antes, gostaria de pedir desculpas ao Adam por não colocá-lo no Ponyawards, mas foi culpa do Mizuiro que não me deu respostas afirmando ou negando a participação do mesmo. Ele agora está sendo processado.

Primeiro, analisaremos as escolhas quanto à animação. Esqueci-me de colocar Un-Go nas menções honrosas, mesmo tendo citado a série no próprio texto. Mas mesmo Un-Go teve um problema. Convenhamos, o design do Shiunjuurou (personagem principal) é simplesmente horrível. Parece que uma vaca lambeu o cabelo do Seto Kaiba e ficou assim. Esse character design horrível fez o meu nariz torcer quando o vi pela primeira vez, ainda naqueles charts com a sinopse dos animes da temporada. E o Mikaelzo entrou em contradição. Se a animação peca um pouco, por que escolheu Tiger & Bunny? Supostamente não deveria ser escolhida a melhor animação?

O segundo quesito foi o de melhor enredo. Se eu tivesse esperado mais dois dias para postar o PonyAwards, eu teria mudado o meu texto e escolhido Un-Go como melhor enredo (mesmo C tendo um enredo melhor, mas preferi deixar esse quesito para o segundo colocado). O final de Un-Go foi fantástico. Com certeza, sentirei falta dessa série.

Depois do enredo, vem a de OST, nada de mais, o Mikaelzo dropou de responder mesmo. Eu deveria ter colocado o meme “Bitch, Please” como um ícone e com o texto “não fez merda nenhuma para OST”.

Eu deveria estar de bêbado ou não deveria estar bem quando coloquei a abertura de Gosick como uma menção especial. Não foi ruim, mas também não merecia tanto. Não sei o que me ocorreu, mas em compensação, o prêmio de melhor encerramento foi engraçado justamente por ser contraditório. Enquanto eu falava que o ano foi bom de endings, exatamente na linha de baixo você encontra o Mizuiro falando que o ano foi extremamente fraco deles. E é essa a graça dessa premiação. São várias opiniões diferentes que, no fim das contas, não sabem a mínima ideia do que estão falando.

Depois, talvez foi o momento que rendeu maior número de risadas, pelo menos para mim. Quem mais ficaria excitado com uma “máquina dimensional que envia e-mails para o passado”? Isso significa que o Mikael é tecnossexual? Ele fica com tesão para máquinas? Son, I Am Disappoint. O termo que talvez seria melhor empregado é “empolgante”, mas vai saber o que ele realmente quis dizer… Para melhor personagem feminino, o Mikael também chutou o balde e mostrou seu eu interior. Freud com certeza analisaria sua escolha como uma pedofilia querendo se mostrar, mas contida pelo medo de ser discriminado, então, Mikael procurou alguém de idade similar, mas cujo pensamento se restringe ao de uma garota de seis anos.

Aliás, não imaginei Guilty Crown como surpresa. Longe disso, achei que eu estava criando expectativas até demais nessa série, de acordo com o enredo (no fim, não foi decepção, mas esperava algo do nível de C). E mudaria minha surpresa. Un-Go me surpreendeu bem mais, afinal, a sinopse não havia me atraído, muito menos aquele horrível character design.

Pulando o Decepção para irmos direto ao “Troll do Ano”, eu gostaria de comentar uma coisa. Enquanto eu tentei evitar ao máximo descrever o motivo de meu trauma com No.6, Mikaelzo (sempre ele), vai lá e comenta na bucha o meu problema com o “manly kiss”. No. 6 foi uma armadilha. Apesar de tudo, eu ainda queria deixar uma coisa clara. Eu não sou contra homossexualismo ou qualquer coisa do tipo. Não fico com raiva quando aparecem casais de homens nas novelas da globo e não tentei cometer suicídio como forma de protesto aos casamentos gays. Acontece é que homossexualismo é uma coisa. Crianças homossexuais também são uma coisa, afinal, muitos casos já se manifestam desde cedo. Já colocar aquele beijo entre crianças é OUTRA COISA. O modo como foi mostrado não é uma tentativa de conscientização social em prol do homossexualismo. Foi mostrado de um jeito que exalta a doença dos japoneses com relação à Yaoi e perversão. Prontofaley.

Vou encerrar comentando a oração “[C] (…) cativou todos com quem conversei sobre, além de, conseguir sempre criticas positivas em todo canto que eu olhava.”. Sinceramente, acho que ele só conversou comigo, porque a maioria das análises que eu lia o consideravam medíocre, bem como pessoas reclamando de seu final (sem terem razão nenhuma, mas mesmo assim).

Acho que foi só isso que eu queria comentar. Nem vou revisar. Enquanto escrevo isso, fogos lá fora fazem minha cabeça latejar de dor, então, fiquem com essa bosta do jeito que está.