Não é que chegamos aos dez?

Aqui você vai encontrar um texto que no word rendeu um pouco mais de quatro páginas e não vai ter absolutamente nenhuma imagem para ilustrar a leitura e fazer parecer menor do que é. Esteja avisado.

Em 2011, eu adquiri meu 3DS na intenção de continuar jogando a franquia Pokémon (apenas para ser ludibriado com o lançamento do ano seguinte) e quando joguei Pokémon White, o primeiro game daquela que até hoje é minha geração favorita. Também foi quando a Grasshopper Manufacture pariu Shadows of Damned. Foi um ano em que eu estava viciadíssimo em Prince e em Laranja Mecânica, além de estar alucinado traduzindo Steel Ball Run e Gin no Saji para a Anime Nostalgia — além de desenvolver um processo de tradução para JoJolion que inclusive rendeu alguns releases antes das edições gringas. Naquela época, eu estava completamente frustrado com os caminhos horrorosos tomados por Bleach. Foram lançados 「C」 The Money of Soul and Possibility of Control e Un-Go, que entraram no Hall da Fama dos meus animes favoritos, enquanto eu ainda assistia Guilty Crown com algum interesse, morria de tédio com Fate/Zero e Gosick, frustrava-me com Fullmetal Alchemist Brotherhood: The Sacred Star of Milos e criava asco por Freezing. Em 2011, eu me formei no ensino médio. Em 2011 nasceu o Horny Pony.    

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Anacronismo, Datação e Vanguardismo: animes e mangás em suas épocas

Escrevi em setembro de 2019, ficou no limbo por preguiça de fazer a imagem de capa. Além disso, tem textos e pessoas que, com certeza, discorrem sobre o assunto muito mais profundidade e de uma maneira melhor do que eu. Só escrevi isso durante o ócio e pelo didatismo rápido que a internet exige, já que a maioria dessas outras abordagens que citei  são, em sua maioria, textões que podem incitar a preguiça no público comum — o que na verdade é o correto a se fazer, se tratando, afinal, de um assunto tão amplo e complexo.

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Jogos bons são atemporais — e Final Fantasy VII, não.

Quer a minha mais singela opinião? Final Fantasy VII é o jogo mais superestimado na história. Por mais que na época ele tenha sido revolucionário ao trazer uma história mediana contada através de horas e mais horas de filminhos pré-renderizados, é notável como tudo nele envelheceu com uma força absurda, do gameplay ao apelo estético. Na prática, ele é um exemplo clássico de um produto que impressiona mais pela novidade do que por sua qualidade. Fruto do hype em uma época em que pouco se analisava tal sentimento como um fenômeno da indústria.

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Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku

Título alternativo: Crunchyroll Vs. Fansubs — acabou a mamata!

Eu vou falar sobre esse assunto porque texto dando opinião infundada é mais fácil de fazer do que minhas análises longas de várias páginas que exigem estudo prévio durante sua confecção, mas que ninguém lê. Enfim, eu parto primeiramente da seguinte lógica: pau no cu da Crunchyroll, mas um pau ainda maior dos supostos fansubs que alegam ter sido virtualmente derrubados pelo serviço. Continuar lendo “Fansubbers: Heróis da Revolução Otaku”

Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!

Sim, esse é, de fato, um post sem fundamento algum onde eu só falo merda  com uma pseudo-lista cheia de achismos ditos como se eu realmente manjasse para caralho do mercado editorial de mangá só para ver se atrai a atenção de algum leitor eventual desavisado — do mesmo jeito que já fiz outras vezes como quando falava de JoJo no Brasil. E sim, você provavelmente já deve ter visto essa mesma pauta em outros sites mais sérios sobre o assunto (e provavelmente com os mesmos mangás), mas que se foda. Continuar lendo “Mangázinhos, pls come to Brazil!!!1111onze!!!”

Dracula Did Nothing Wrong!

É, eu vi o Castlevania da Netflix. De um modo geral, tem uns problemas na progressão narrativa, mas gostei. Tem também o fato de que, dos games da série, joguei mais títulos ruins do que bons. O que eu gosto mais é da atmosfera gótica do que do gameplay em si — a história dos games também não são lá grande coisa, ouso acrescentar. É por isso que eu achei que esse seriado funcionou — visto que só pegou o lore e utilizou uns enredos já existentes apenas vagamente para ter um norte para onde seguir. Continuar lendo “Dracula Did Nothing Wrong!”

Creisso Narra: Lingerie Senshi Papillon Rose (NSFW)

Bom, eu sempre quis fazer um post assim. Talvez no futuro eu faça mais e consiga transformar em uma coluna recorrente, mas vamos seguir nesse como um protótipo. Se me agradar, faço mais com o que julgar que vale a pena. Aliás, deixando claro também que não é uma análise. Quase me esquecendo: é um texto NSFW — finalmente o nome “Horny Pony” faz sentido. Continuar lendo “Creisso Narra: Lingerie Senshi Papillon Rose (NSFW)”

E3 2018: sendo curto e grosso — ao menos era a minha ideia.

Vai sem imagem de abertura mesmo porque eu tô com preguiça de fazer uma. Aliás, nem imagem ou vídeo eu botei. 

É para falar sobre a E3? Então a gente vai falar sobre a E3 só para não perder o hábito mesmo. Hoje não me dei ao trabalho nem de abrir um arquivo do Word e escrever bonitinho. Vai direto na ferramenta do WordPress mesmo. Isso mostra o quão foda-se eu fui para o evento nesse ano. Continuar lendo “E3 2018: sendo curto e grosso — ao menos era a minha ideia.”