Análise: Death Parade

Sabe, o meu ato de ver anime depende de certas fases minhas. Eu tinha perdido o hábito de acompanhar toda semana logo quando o episódio saía, retomei apenas recentemente. Durante esse período, eu tinha uma espécie de picos de atividade otaco, em que eu baixava uma série inteira de uma vez e a assistia em bloco fechado. Foi assim que eu coloquei Dragon Ball Super e Pokémon Sun & Moon em dia. Há outros momentos em que eu simplesmente não assisto anime por falta de paciência. Pois bem, lá em 2015, eu tinha passado por um pico de atividade otaco e cheguei a baixar Death Parade completo, mas essa fase logo passou e os arquivos ficaram armazenados no meu HD externo até agora, quando finalmente decidi assistir. Continuar lendo “Análise: Death Parade”

Análise: Os Vingadores — Guerra Infinita

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Eu só ia escrever apenas um parágrafo a respeito de Guerra Infinita, mas existe tanta coisa a respeito dele que permeia a minha mente ao ponto de ser um filme tão fora da curva — mesmo não sendo — em relação a outros da Marvel, que acabei tomando um espaço um pouco maior. Ainda, acredito que esse review vai ser um pouco mais curto do que o costume porque não estou com saco de fazer aquele resuminho padrão das minhas análises, recontando a história sob a minha ótica, além do fato de inicialmente ter planejado passar 2018 todo sem falar de cinema aqui no brógui. Continuar lendo “Análise: Os Vingadores — Guerra Infinita”

Análise: DARLING in the FRANXX

Eu gosto de anime bocó. Até assisto a alguns que não têm essa proposta, mas de um modo geral, quanto mais boçal ele for, melhor. Sabendo que DARLING in the FRANXX foi feito pelo Studio Trigger, responsável por Kill la Kill, Ninja Slayer From Animation, Inferno Cop e, parcialmente, Gurren Lagann, fui arriscar. Também decidi dar uma chance porque EU ME AMARRO EM ROBÔS GIGANTES, TODOS SE AMARRAM EM ROBÔS GIGANTES — AS GATAS TAMBÉM, ROBÔS GIGANTES. De antemão, já me avisaram que eu não ia gostar, só que apesar de dar moral para certas opiniões alheias, dificilmente sigo qualquer recomendação (ou contraindicação) que me fazem. Continuar lendo “Análise: DARLING in the FRANXX”

Análise: Splatoon 2

Apesar de parecer um cara meio revoltado e pá, eu sou uma pessoa bem tranquila jogando. Nunca dei bola pra competitivo, nunca fui de jogar on-line, de me preocupar com cagada dos coleguinhas do time e tal. Aliás, eu desmerecia tanto essa prática que eu era desses que jogava DotA e fazia as cagadas de propósito só para ver o rage do outro lado. Continuar lendo “Análise: Splatoon 2”

Análise: Batman Ninja

Batman Ninja

Você achou que o Blog morreu, né? Enganei você! Só para constar, eu contei o filme praticamente inteiro aí. Se for comentar, LEIA o texto primeiro antes de falar qualquer asneira que o texto já tenha respondido por si só.

O estudioso Henry Jenkins em sua Obra, Cultura de Convergência (São Paulo: Aleph, 2008) — que estranhamente citei pouco ao longo da história do blog — descreve o processo de transcriação como um “termo cunhado pela Marvel Comics para falar sobre seu projeto Homem-Aranha: Índia, referindo-se ao processo de reinventar e adaptar uma franquia ficcional existente a fim de torná-la mais aceitável e atraente para um mercado nacional”. Ainda, o conceito é desenvolvido e justificado por Jenkins como uma forma de expandir seu mercado em outros territórios onde sua influência não é tão forte: Continuar lendo “Análise: Batman Ninja”

Análise: Star Wars – The Last Jedi

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Eu vou ser rápido aqui. Não vou ficar com introdução e os caralhos porque não estou com paciência para essa merda. Aliás, eu nem vou me estender muito, visto que provavelmente vou só recortar e colar tudo o que já conversei com os brothers e montar para dar um texto. De verdade. Já de cara adianto que esse só não é o pior filme que assisti nesse ano porque assisti ao Thor: Ragnalol, que é tão ruim que deveria ser hors-concours só para poder considerar Os Últimos Jedi o pior filme do ano, de fato.
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Análise: Thor Ragnarok

Na real, esse filme é um lixo supremo do caralho. Assim, sem escrúpulo e enrolação, para ir direto ao ponto. Tem um bom tempo que eu não via um troço tão bagunçado, sem sentido e sem comprometimento por nenhuma das partes envolvidas nele. É sério. Ele nem sequer tenta ser minimamente coerente ou quer transmitir alguma mensagem ao espectador. Sabendo que eles tinham que tentar fechar uma trilogia do personagem só para tentar também fechar o as pontas abertas dos antecessores, eles pegaram a fórmula MARLEL de ser e pariram essa aberração de circo.

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Análise: Bleach

Eu acompanho Bleach desde 2006. Comecei a ler a série logo quando o mangá foi lançado no Brasil. Ou seja, foram dez anos acompanhando esse troço até seu derradeiro fim, que só consegui parar agora para conferir como ficou. Bleach, querendo ou não, acabou marcando a evolução do meu eu moleque retardado para o babaca raivoso que escreve neste singelo blog. É como se fôssemos decaindo juntos.

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Análise: ABZÛ

Quando eu comprei ABZÛ, até imaginei que seria um jogo pretensioso e metido a artístico. Eu errei. Bom, certamente, é metido a pretensioso e artístico, mas, com certeza, está longe de ser um jogo. Sabe, com o crescimento das chamadas de narrativas digitais, multiformes, hipertextuais ou imersivas, eu realmente acredito que a classificação sobre algo ser ou não ser um jogo é cada vez mais necessária. Ao menos, os desenvolvedores deveriam ter a noção, sinceridade e honestidade de, já no desenvolvimento, admitir que a proposta é fazer, na verdade, um passeio interativo e que, o que estão produzindo lá, não é um jogo. Continuar lendo “Análise: ABZÛ”

Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – DC Comics (Parte 2)

UM REVIEW POR PARAGRAFODC

Eu cheguei a fazer a primeira parte só com os filmes da Marvel. Agora são os da DC. Ainda vou fazer a parte 3 com filmes diversos, como Watchmen, que, por mais que pertença à DC, ele encarna um universo mais à parte. O mesmo vale para 300 e outros.

Na lista anterior, eu listei cada responsável pelos filmes. Como aqui são todos da Warner, acabei omitindo mesmo. Ressaltando que os parágrafos entre aspas vêm de filmes que já analisei apropriadamente, com o link em questão no nome do filme. Em tempo, fiquei com preguiça de falar de novo dos filmes do Nolan.  Continuar lendo “Um review por parágrafo: Filmes de Heroizinhos – DC Comics (Parte 2)”